Finding your creative energy…

Last weekend I stayed at a friends house in Ipanema, one of those charming old ‘casas’ decorated in a stylish but eclectic mix of objects and art.

Over the weekend we were chatting about travel stories ‘back in the day’. Those adventures when you would completely unplug from everything, you would live in the moment immersed in the surrounding culture and you were not connected to what was happening back home through social media or by mobile phone (once a week you would find a place to do a ‘collect call’ to let your family know things were all ok).

When travelling in this way, you are not tied up by a schedule (self imposed or otherwise), and you start to allow yourself to be in the flow. Although there is still some sort of daily routine, you are very much ready for spontaneous happenings to occur, and opportunities to cross your path where you have to decide in the moment – is it YES or NO?

Anyway this conversation reminded me vividly of one of my experiences while travelling solo in India. During my time in the south, one of the YES decisions I made took me on an incredible adventure.

I journeyed on a Royal Enfield motorbike for 3 days with the wind in my hair.

From Cochin in Kerala, we went up the mountains and along the curvy roads of the tea plantations, then further over the mountains and down across the dusty plains to the city of Madurai to visit the Meenakshi Temple, one of the biggest Hindu temples in Southern India over 2,500 years old, with the principal deity being a goddess.

I had only left the bed ‘n’ breakfast that day with a tiny daypack, as I thought I was just going to visit a tea house, but along the way I met someone who said to me, ‘do you want to go to a temple over the mountains and across the desert?’…. I had to decide, I had to trust myself right then and there, I stopped and thought for about 30 seconds,  then I heard a loud voice in my head ‘JUST SAY YES!’

While telling this story it became clear to me that this is when you are really living in your creative energy.

You are alert, sometimes a little anxious, and excited.

You are not in control of the outcome.

You are very much connected to YOU and your sense of direction. 

Morning Meenakshi. Photo by Feng Zhong

However back from travel adventures life (and running a small business) can become serious. How to get it all done? How to evolve with new circumstances? And always, what to do next?

This stress causes the creative parts of our brain to shut down, so we don’t even see how we can transform our situation or what opportunities may be in front of us.

This has happened to me countless times and thinking harder and trying to control the outcome never works.

But if we pause and give ourselves S P A C E.

Take notice of the daily environments where you get your insights and ideas – singing in the shower, walk on the beach, early surf, driving while listening to some favourite tunes, or having a morning coffee.

Think back to those moments where you felt a sense of wonder and openness to try new ways of doing things.
Feel the feelings you had in those moments.

By consciously moving into a creative state first and then doing a creative activity such as writing a song, a blog, putting down ideas for a new product, painting, dancing, creating a new recipe, we set ourselves up in the right environment to get in the creative flow.

Everyone has creative energy BUT a playful and curious approach needs to be cultivated to tap into that source.
(not just on an exotic travel journey)

Creativity in itself is not result oriented.

Creativity has a sense of trying something new.

Creativity feels like the wind is in your hair!

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Encontrando sua energia criativa…

No último fim de semana estive na casa de um amigo em Ipanema, uma dessas casas antigas estilosamente decoradas com uma mistura de objetos e arte ecléticos.

Acabamos conversando sobre histórias de viagens “daquela época”. Aquelas aventuras em que você conseguia se desplugar de tudo, viver o momento imerso na cultura ao seu redor, completamente desconectado do que estava acontecendo em casa através da mídia social ou do smartphone (uma vez por semana tinha que achar um lugar pra fazer uma chamada à cobrar, só pra deixar sua família saber que tudo estava bem).

Viajando dessa forma você está solto das amarras de planejamento (impostas por você mesmo ou não) e começa a se permitir a fluidez. Mesmo que ainda exista algum tipo de rotina você está muito mais disposto a acontecimentos espontâneos e a deixar oportunidades atravessarem seu caminho, te fazendo decidir o aqui e agora – SIM ou NÃO?

Enfim, essa conversa me lembrou vividamente de uma experiência que tive enquanto viajava sozinha pela Índia. Durante minha estadia no sul uma dessas decisões de “SIM” me levou a uma aventura incrível.

Fiz uma jornada em uma moto Royal Enfield com o vento esvoaçando meus cabelos pelas estradas.

De Cochin em Kerala, subimos das montanhas e passando pelas curvas das plantações de chá, por cima das montanhas mais e cruzando o deserto de Madurai, para visitar o Templo Meenakshi, um dos maiores templos Hindus no sul da Índia com mais de 2500 anos de existência em que a principal divindade era uma deusa.

Naquela manhã eu tinha acabado de deixar a pousada somente com uma mochila para passar o dia, achando que iria só visitar uma casa de chá. Mas, no meio do caminho conheci alguém que me perguntou: Você quer ir a um templo acima das montanhas, através do deserto?…. Tive que decidir, tive que confiar em mim mesma ali e naquela hora, parei e pensei por não mais que 30 segundos e então ouvi uma voz interna e alta dizendo “Apenas diga SIM!”

Enquanto escrevia essa história ficou claro, pra mim, que isso sim é estar realmente vivendo a sua energia criativa.

Você está alerta, algumas vezes até ansioso, disposto e também relaxado.

Você não está em controle dos desenlaces.

Você está realmente conectado com você mesmo e seu senso de direção.

Contudo a vida de viagens de aventura (e o comando de um empreendimento) é algo sério. Como dar conta de tudo? Como evoluir com novas circunstâncias? E sempre, o que fazer em seguida?

Esses tipos de estresse fazem a parte criativa do seu cérebro desligar. Então, nós nem mesmo vemos como podemos transformar uma situação ou as oportunidades que estão bem à nossa frente.

Isso já me aconteceu inúmeras vezes e pensar ainda mais ou tentar controlar todos os resultados não costuma funcionar.

Mas, se você der uma pausa e der a si mesmo E S P A Ç O…

Perceba os momentos e ambientes em que surgem suas ideias e insights – no chuveiro, na praia, surfando, dirigindo enquanto escuta algumas das suas músicas preferidas, tomando um café de manhã…

Relembre aqueles momentos em que você tem a sensação de maravilhosidade e expansão para tentar novas maneiras de fazer coisas.

Quando nos movimentamos para um estado criativo primeiro e depois começamos a realizar atividades criativas como a escrita (de uma música, de um blog, de ideias para um novo projeto), a pintura, a dança, a criação de uma nova receita, nós nos colocamos no melhor ambiente para a fluidez criativa.

Todos nós temos energia criativa, mas um approach lúdico e curioso precisa ser cultivado para tornar-se fonte de inspiração (não somente uma jornada de viagem exótica)

A criatividade não é orientada por resultado, em si mesma.

O sentido da criatividade é tentar algo novo

Sentimos a criatividade como sentimos o vento nos cabelos!

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